Greve Geral: perder um dia de salário para não perder o salário todo
Via CGTP - O Conselho Nacional da CGTP-IN convocou uma Greve Geral para o dia 14 de Novembro de 2012, Contra a Exploração e o Empobrecimento; Mudar de Política – Por um Portugal com Futuro.
RESOLUÇÃO do Conselho Nacional da CGTP-IN
CONTRA A EXPLORAÇÃO E O EMPOBRECIMENTO;
MUDAR DE POLÍTICA – POR UM PORTUGAL COM FUTURO.
Greve Geral
14 de Novembro de 2012
Emprego, Salários, Direitos, Serviços Públicos
A gigantesca Manifestação de 29 de Setembro que, mais uma vez, transformou o Terreiro do Paço num verdadeiro Terreiro do Povo, constituiu um acontecimento extraordinário, da maior importância política e social.
Na luta > Movimento Sem Emprego

Enquanto aguardamos o anúncio das novas medidas de roubo aos salários, o site do Movimento Sem Emprego continua a mostrar, em actualização, os resultados das políticas troikistas sobre o emprego e, consequentemente, sobre o produto interno (PIB). À atenção do partido dito socialista.
Bloco de Esquerda apresenta moção de censura ao governo
Moção de censura
Em defesa da Constituição e do direito ao salário e às pensões
Ao longo do último ano, Portugal tem vivido em estado de exceção e de protetorado. A partir da crise das dívidas soberanas e sob a pressão dos mercados financeiros, foi sendo imposta uma estratégia de agressiva engenharia social que transforma a nossa vida coletiva. Acresce que, em todas as cinco renegociações do Memorando assinado com a Troika, foram sendo adotadas medidas que acentuam a espiral recessiva que condena Portugal ao empobrecimento.
A perda de dois salários por muitos trabalhadores e reformados foi condenada pelo Tribunal Constitucional, que apontou a iniquidade e discriminação que protege o capital, e revelou-se um sacrifício inútil: estas e outras medidas recessivas agravaram o défice em relação ao ano anterior e a dívida ameaça disparar para 124% do Produto em 2013.
PCP apresenta moção de censura
Declaração de Jerónimo de Sousa
A situação do país e da vida da maioria dos portugueses não pára de se agravar. O desemprego aumenta, os salários, as pensões e reformas continuam a ser roubados, a precariedade e o ataque aos direitos alargam-se, as prestações sociais são cortadas, milhares de empresas – em particular pequenas empresas - fecham, os sectores produtivos continuam a ser penalizados, os serviços públicos encerram ou degradam-se fortemente, nega-se o direito à saúde e à educação, a população paga mais impostos, taxas e contribuições, preços mais altos na água, na electricidade, no gás ou nos combustíveis e deixa de ter acesso a bens essenciais como os medicamentos.
Enquanto isso, os grupos económicos, a banca, os mais ricos, continuam a aumentar ou a manter lucros altíssimos, a não pagar e a fugir aos impostos devidos usufruindo de escandalosos benefícios fiscais, a receber vultuosas rendas do Estado ou a beneficiar das privatizações.
CGTP-IN esclarece interpretação relativa aos cortes de subsídios
DIF/CGTP-IN
Lisboa, 25.09.2012
As recentes declarações, designadamente do Primeiro-ministro, sobre algumas medidas em discussão na reunião de ontem do Conselho Permanente de Concertação Social, terão provocado alguns erros de interpretação junto da população, que aliás têm solicitado junto da central os respectivos esclarecimentos, considerando por isso a CGTP-IN pertinente e relevante esclarecer.
O Governo está a fazer um jogo de palavras para enganar os portugueses aos quais roubou os subsídios de férias e de natal de 2012.
Quando fala em devolver o Governo mente, porque não vai devolver coisa nenhuma.
O que quer dizer é, simplesmente, que em 2013, pretende sonegar um subsídio, dos dois que tinha decidido retirar e o Tribunal Constitucional anulou por inconstitucionalidade.
Em circunstância alguma o Governo prevê devolver, de facto, os valores roubados aos referidos cidadãos.
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